Geraldo Azevedo e a polêmica declaração sobre tortura



Em uma apresentação realizada no dia 20 de outubro, em Jacobina (BA), o compositor e cantor pernambucano Geraldo Azevedo declarou que foi torturado durante o Regime Militar e acusou o General da reserva Hamilton Mourão como sendo um dos torturadores. Porém, teve que se retratar na terça, 23 de outubro.

Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente pelo PSL na chapa de Jair Bolsonaro, rebateu a declaração ao Jornal O Estado de São Paulo e afirmou que, no ano de 1969, tinha apenas 16 anos e ainda estava no Colégio Militar de Porto Alegre (RS), tendo ingressado nas Forças Armadas em 1972, ao entrar na AMAN, Academia Militar das Agulhas Negras, formando-se em 1975. Afirmou, ainda, que vai processar Geraldo Azevedo pela acusação.

Geraldo Azevedo se retratou e, em nota via assessoria de imprensa, negou que Hamilton Mourão estivesse entre os militares que afirmou o terem torturado, em 1969 e em 1974. O compositor e cantor pediu desculpas "pelo transtorno causado pelo equívoco e reafirmou sua opinião de que não há espaço no Brasil de hoje para a volta de um regime que tem a tortura como política de Estado e cerceia a liberdade de imprensa".

Veja a polêmica declaração de Geraldo Azevedo durante o show em Jacobina:



Leia abaixo a nota de esclarecimento na íntegra, divulgada no Facebook Oficial de Geraldo Azevedo no dia 23 de outubro (clique para acessar a fonte original):


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